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Bacharel Teologia Nascidos de Novo

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Pregador ou Ator




Certo dia estava eu ouvindo um pregador e comecei a pensar sobre o relacionamento entre o homem e Deus. Me peguei questionando: Porque é tão fácil pra alguns compreender o plano salvífico e ao mesmo tempo tão complicado pra outros? Porque alguns conseguem sentir "aquilo que Deus sente" (compaixão por exemplo) em determinadas situações e outros não? Além de várias outras perguntas que ficaram remoendo dentro de mim.

Jesus fala algo que é muito interessante "Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus". (João 3:3) Estas palavras respondem muitas perguntas.
Os padrões morais que eram condenados num passado não tão distante, hoje é tão comum à todos, tão normal e além disso, são protegidos por Leis Internacionais. Não se pode falar qualquer coisa porque é arriscado ir preso. Não se pode ir contra algumas atitudes, porque pode ser considerado ato de discriminação.
As pessoas já não têm referências, aquilo que era proibido já não é mais.
Lembremo-nos dos Estados Unidos, considerado uma nação cristã, uma nação que temia ao Senhor, que fazia a leitura da Bíblia nas escolas antes do início de cada aula, agora, essa prática tornou-se proibido. Nem mesmo orações, pois, a Suprema Corte defende repetidamente que os funcionários da escola pública sejam neutros em seu tratamento de religião, sem mostrar nem favoritismo nem hostilidade contra a expressão religiosa como a oração.
Nicodemos não entendia o que o Senhor Jesus dizia. Ele era considerado mestre no meio do seu povo. Tinha muito conhecimento, era um homem respeitado e muito sábio, porém não entendia as palavras de Jesus.
O povo assim como Nicodemos, entendia das coisas do mundo e não daquilo que era do Reino, ou seja, entendia do que era carnal e não do que era espiritual.
Ao observar os pregadores da atualidade, percebo que está havendo um declínio nesses últimos dias. Temos muitos atores, humoristas e contadores de histórias nas tribunas, levando uma mensagem que pouco ou em nada edifica. Falta o verdadeiro ensino da palavra.
É sempre assim, quanto mais aprendemos, descobrimos que temos necessidade de aprender muito mais.

Que o Senhor nos ajude.



Wanderson Sabino.

sábado, 17 de setembro de 2011

A Jornada com ou sem Cristo?







Em tempos não muito distantes existia uma sociedade que zelava pela moral, pela boa fé e pelos bons costumes.
Nesse período, havia ensinamentos acerca de Cristo e toda descoberta feita por cientistas e outros pesquisadores tinha como base a Bíblia. Se algo estivesse contrariando os escritos bíblicos, então, este era considerado errado.
Os que se diziam crentes teriam uma jornada bem dura, porém, prazerosa. Eles tinham convicção do Deus que serviam e da salvação de suas almas.
Aos poucos veio surgindo idéias que de alguma forma deixavam a Bíblia e seus princípios de lado. Muitos livros foram escritos de maneira que os padrões morais são exaltados. Passou a ser ensinado sem referências e de maneira incorreta.
É impossível falar de algo sem referências.
Por exemplo: Quando falamos uma frase de um livro, em seguida citamos o autor. Da mesma forma deveria ser quando falássemos acerca da moral, da boa fé e dos bons costumes.
É como dizer:
- Menino não roube.
O garoto vira e diz:
- Por quê?
E eu simplesmente responder:
- Porque é errado.
Quando na verdade, o correto seria dizer: - Jesus nos ensinou que é pecado roubar e etc. Assim estaríamos ensinando e citando a fonte.
A sociedade atual acredita que vai morar no céu só porque ajuda o próximo, não rouba, não mata. Que basta apenas seguir os bons costumes e ser um cidadão exemplar.
Precisamos trazer à memória alguns homens e mulheres que fizeram à diferença no seu tempo. Pessoas que usaram sim a ética, a moral, mas também dizendo que sem Cristo não somos nada. Que era necessário o arrependimento dos pecados para alcançar a salvação.
Homens como Estevão que deu a própria vida por amor a Cristo e mesmo sabendo que estava sendo injustiçado, não condenou seus opressores, antes os perdoou. Também podemos citar Paulo que vivia uma vida de religiosidade sincera, porém, errada. Teve primeiro que reconhecer que tudo era em vão se Cristo não fosse o centro de sua vida.
Dessa forma, podemos dizer que se Cristo não for a principal razão da nossa existência, se a moral for ensinada sem a autoridade e sem os princípios cristãos, de nada valerá. Teremos uma sociedade que futuramente estará dilacerada e sem salvação. Precisamos entender que nossa jornada deve ser com Cristo e fora dele é só perca de tempo e condenação.






Wanderson Sabino

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